Dicen que las palabras se las lleva el viento... a menos que las escribas.
miércoles, julio 26, 2006
Guerra
martes, julio 25, 2006
Resucitando
lunes, julio 24, 2006
Dias contados
Muitos são os exemplos de pessoas que estiveram frente a frente com a morte, e que devido a essa assustadora experiência, mudaram completamente o seu modo de encarar a vida, passando a apreciar cada minuto como se fosse o último, a perceber a beleza contida nas pequenas coisas. Pois, tudo passa a ter mais valor.
Mas e se o caso for uma doença... irreversível. Como você se comportaria? Tentaria de alguma forma, apressar o processo? Isolaria-se do mundo? Revoltaria-se contra Deus e contra todos ?
Eu tentaria deixar uma mensagem para os que ficam. Falaria sobre minhas experiências e pediria que não trilhassem os mesmos caminhos, que não caissem nas mesmas armadilhas...
Em minhas andanças noturnas,visitando blogs, acabei em um blog de uma pessoa que dizia estar com câncer e, por não ter familiares, criou uma página para compartilhar com as pessoas "os últimos dias de sua vida", clique aqui para visitá-lo.
Pode ser apenas uma brincadeira de mau gosto. Mas a maneira morbidamente irônica com que o autor escreve seus posts, me chocou. Se não for real, ao menos serve para que façamos uma profunda reflexão sobre a forma que estamos conduzindo nossas vidas.
E, se for verdade, o mínimo que podemos fazer ao encontrar pessoas como esta, é ofertar tudo o que se precisa nesses momentos; palavras de apoio e carinho... presentes valiosos, que não nos custam nada.
miércoles, julio 19, 2006
Amigos
martes, julio 18, 2006
Quase 30

lunes, julio 17, 2006
Una inversión importante
martes, julio 11, 2006
Un anjo que caiu do céu
lunes, julio 10, 2006
El valor de seguir vivo
sábado, julio 08, 2006
Silêncio é ouro
Dizem que não há silêncio absoluto. Mesmo se um ser humano entrasse dentro de uma capsula isolada, seria impossível que ele não ouvisse algo. Nem que fosse o seu próprio coração... Batendo.
Dizem também que o silêncio se faz necessário antes e depois de um grito.
Uma professora uma vez disse que a palavra é de prata... E que o silêncio é de ouro.
Dizem que os constantes ruídos que ouvimos de todos os lados, todo o tempo, causam uma perda auditiva crônica e uma irritabilidade constante.
E dizem também que todos nós precisamos de um pouco de silêncio de fases em fases.
Ando meio silenciosa. Ao menos tão silenciosa quanto posso, no meio das pessoas, das obrigações, dos pequenos prazeres do dia-a-dia.
Tenho saudades da minha voz... Tenho saudades do meu teclado. Mas, acima de tudo, percebi que ando com imensas saudades de mim. Daí a razão do silêncio. Preciso demais de mim mesma, de coisas que só eu posso me dar. Coisas que só vou encontrar depois de alguns minutos de silêncio.
Minha amiga astróloga diz que é o Retorno de Saturno. Minha amiga psicóloga diz que estou precisando de terapia de novo. Meu médico diz que estou com crises agudas de estresse. Meu grande amigo diz que preciso de um pouco de colo. Meu coração me diz que não é nada. Só silêncio.
Enquanto estou em silêncio, estou tentando trabalhar um pouco menos, e de maneira mais leve. Estou também aprendendo a fazer coisas novas. Estou tentando não ligar pra problemas que não vão fazer a mínima diferença daqui a algum tempo. Estou passeando por aí , deixando o vento bater no meu rosto com força. Estou também fechando a porta do meu quarto e indo dormir mais cedo, depois de uma boa olhada no céu estrelado, na lua. Enquanto estou em silêncio, estou pensativa e calada. Estou revendo planos, conceitos e renovando os desejos. Enquanto estou em silêncio, estou escrevendo em meu caderninho debaixo da cama coisas que eu não quero que ninguém leia. Ninguém... Nem mesmo eu.
Uma vez, conheci um velhinho, pessoa sábia e querida, que todas as tardes se encostava no parapeito da janela e ficava lá, em silêncio, um bom tempo... Olhando a vida passar. Às vezes as pessoas se irritavam e questionavam por que ele perdia tanto tempo olhando pra lugar nenhum. Ele nunca respondia... Apenas sorria. Um dia, ele me disse que no silêncio da janela ele conseguia ouvir melhor a si mesmo.
Enquanto estou em silêncio, estou construindo uma janela bem linda, cheia de flores... Para admirar a vida.
viernes, julio 07, 2006
El sueño eterno

No se trata de algo que yo pueda solucionar, por eso no tiene demasiada lógica el sufrir a lo gratuito por anticipado.
Que nadie se entregue en rendición al punto final, pero que ninguno se crea tampoco indemne a su aparición. Su transcendencia es justa titular legal de atención cuidando de no llegar a convertirse en obsesión. Nada ni nadie es merecedor en ninguna forma de obsesionarse.
¿Qué hay de valor en una vida en esas circunstancias?
La vida es básicamente una oportunidad, tenemos que procurar que jamás la confundamos con una condena. No consiste tanto de lo que te rodea, sino más bien de tu tratamiento a tu historia por tí mismo. Una historia que tarde o temprano termina con todas las consecuencias correspondientes.
Mientras sientes aproximarse el Jaque Mate que el reloj te dedicará, atiende al resto de las sensaciones que llegan y valóralas. Después de ese Jaque mate ninguna sensación más se te brindará, eso es lo que más gravedad aporta al fatídico momento. Cerrarás los ojos y te habrás dormido para siempre, un sueño eterno, un viaje sin retorno. Y como en todos los viajes importantes, lo emprenderás habiendo olvidado cosas de gran transcendencia.
¡Si pudiéramos encontrar el modo de minimizar todas esas barbaridades cometidas y de maximizar nuestras hazañas realizadas!
El último día existe y no suele estar anunciado.
Creo que es tan necio el que se obsesiona con su llegada como el que no prevee que el final puede ser mañana mismo.
Carpe diem ;-)
martes, julio 04, 2006
Sem queixas

Não mais... depois de um certo tempo, aprendi que tudo que nos acontece tem um significado. Deixa ensinamentos, que por mais que não notemos no momento, acabam sendo bastante úteis em outras situações, amenizando novos dilemas.
Deixei de fugir das dificuldades, cansei de postergar decisões, como fazia covardemente no passado.
Ao adiarmos o confronto com as adversidades, nos enganamos. Porque mais cedo ou mais tarde, elas aparecerão e nos cobrarão o seu preço. Às vezes, alto demais. Sem falar é claro, naquela dolorosa sensação de arrependimento que nos invade.
Cansei de ouvir bravatas como: "Não me arrependo de nada do que fiz na vida" ou "se pudesse faria tudo de novo, do mesmo jeito". Duvido da total sinceridade dessas afirmações. Somos seres humanos, imperfeitos. Quem já não sentiu remorso, por ter dito algo que não devia ou por aquela oportunidade que deixou passar?
Eu, particularmente, me arrependo das coisas que não fiz. De palavras que devia ter dito, de momentos que podia ter vivido...
Hoje, embora as consequências nem sempre sejam boas, não deixo nada pra depois. Digo o que sinto agora, pois não há garantias de que terei uma nova oportunidade.
Vivo o presente e me inspiro naquela canção que sabiamente nos convoca, dizendo:
"Vem,vamos embora.
Que esperar não é saber.
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer..."
lunes, julio 03, 2006
Globos de jabón

De adultos nos dimos cuenta, de que muchas veces, demasiadas veces, la fe por sí misma no basta, pero sí el esfuerzo, el trabajo, la constancia...
Descubrimos que las despedidas aunque dolorosas, son necesarias, y los reencuentros, en ocasiones, inevitables. Aprendemos a decidir, a elegir... nuestro camino, sin las manos de nuestros padres, aquellas que cubrían las nuestras...
Inocentemente creíamos que el dolor se curaba con un beso... que todas las preguntas que realizásemos con un ¿por qué? Tendrían respuesta...
Hoy me encantaría cerrar los ojos y volver a jugar a la goma, apretarme las coletas y vestir a mis muñecas, sentir que mis padres una vez más protegen mis sueños, que nada malo puede pasar con solo su presencia, que tengo las respuestas, que la esperanza me hace ver mil globos de jabón que rozan las nubes...
domingo, julio 02, 2006
Falsas aparências
sábado, julio 01, 2006
Experiéncias de una yoruga
Siempre les hablo de mis recuerdos en Uruguay, pero uno tiene que tener en cuenta que la Patria se lleva adentro del corazón y que mismo estando lejos uno puede vivir Uruguay y sentir o sufrir con la distancia y los aprendizajes sobre nuestro paisito.
En mi fuente de recuerdos, he acumulado una serie de situaciones de aprendizaje, y me gustaría compartir con todos los que están afuera y con los de adentro también, ya que no es tan difícil que un día se tengan que ir a vivir como yo en otros prados.
Estas líneas las pueden tomar como una especie de guía de lo que no se aconseja hacer fuera de tierras orientales.
-En primer lugar, en tiempo de copa del mundo que no se les ocurra poner afuera de la casa nuestra linda bandera nacional. Este gesto en tierras brasileñas puede desencadenar una inexplicable onda de depredación contra su casa o peor, que los vecinos te empiecen a chamar de argentino y a mirarte con malos ojos. (Pero este caso es difícil de suceder siendo que Uruguay casi nunca llega a la copa).
-También relacionado al fútbol, acá en Brasil no es buena idea hablar en ruedas de discusión con amigos sobre el Maracanáso del 50. Siendo que los norteños lo toman como algo sureal que para todos los efectos nunca existió, y que fue una experiencia en masa de sabotaje psicológico por parte de los grupos extremistas de izquierda para desmoralizar el régimen político con la ayuda de la área 51 del compañero Fidel y el comandante Che con el apoyo de fuerzas extraterrenas ejecutado por un platillo volador desde Machu-Picho.
-Otro grande equivoco que no se puede cometer, es pensar que las cometas como las que remontamos en Uruguay remontan en Brasil. Me acuerdo de chiquita que en un día lindo de primavera mi escuela organizo un evento de cometas. Y hasta hoy me acuerdo con tristeza de las cometas de mis compañeritos remontando libres por el cielo mientras la mía... la mía ni siquiera se movía. En compensación me dieron el premio de cometa mas linda como que para parar de llorar aquella pobre y ya traumatizada alma. (Pero las podes colgar en la pared que seguro duran un siglo).
-Otro tema importante, es que cuando vallas a nombrar nuestra nacionalidad hacelo con énfasis en la vocal “U” para que mas tarde no te llamen de paraguayo lo que les puedo asegurar es horrible y intragable (nada contra Paraguay) es que por acá te joden con el chiste del contrabando y todo eso.
-Tema importante es la comunicación entre tu y tus familiares. Con mi mamá siempre que queremos comunicarnos el locales públicos sin que aquel vendedor rompe bolas nos entienda hablamos en español. Cuidado con eso, que el mundo ya no es el mismo y te lo pueden entender, o peor, mal entender y darte serios problemas en principal con los falsos cognatos como por ejemplo: “¡No ves que es tarado!” o entonces: “¡Esta comida esta exquisita!”
De lo más, es ser feliz y disfrutar de todo lo lindo que es ser uruguayo e intentar mantener siempre encendidas las costumbres de los nuestros a medida de lo posible.
Fuerte abrazo de esta correspondiente uruguaya en tierras lejanas.